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Maquininha de cartão para microempreendedor: como escolher?

Essa é uma realidade que vem de uma tendência de consumo: as pessoas recorrem cada vez menos ao dinheiro em espécie e dão preferência aos cartões na hora das compras. Afinal, eles são uma alternativa prática, ágil e segura.

Por isso, microempreendedores que possuem maquininha de cartão recebem diferentes vantagens, desde o aumento das vendas à redução da inadimplência.

Sem contar que o serviço é cada vez mais acessível a quem comanda um pequeno negócio, devido à sua popularização. Oferecer essa opção de pagamento aos clientes não é mais uma condição restrita às médias e grandes empresas.

Ainda não oferece essa forma de pagamento no seu negócio? Então, neste artigo, você vai conhecer os principais benefícios das maquininhas de cartão e como escolher a opção mais adequada. Siga com a leitura e confira!

Maquininha de cartão é essencial para o microempreendedor

A maquininha de cartão tornou-se crucial para o microempreendedor. Com o número crescente de MEIs que utilizam esse sistema, o profissional que não se adaptar à tendência não conseguirá acompanhar a concorrência.

Pense também nos consumidores, que geralmente preferem os pagamentos via crédito e débito. O microempreendedor deve oferecer a eles essas opções. Caso contrário, as chances de perder a venda são grandes.

Se ainda não está convencido, veja estes dados. De acordo com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em 2016, mais de 70% dos brasileiros utilizavam cartões de crédito e débito para comprar.

Já os dados do relatório “Estatísticas de Pagamentos de Varejo e de Cartões no Brasil”, do Banco Central (BC), mostram que, em 2016, a soma total das transações com cartões de crédito foi de R$ 674 bilhões, um aumento de 3% em relação a 2015. Já as transações com cartões de débito contabilizaram R$ 430 bilhões, o que equivale a um crescimento de 10% em relação ao ano anterior.

Em um mercado que mobiliza mais de R$ 1 trilhão anualmente e que envolve a maioria da população, dispor de uma maquininha é obrigatório para ampliar o seu potencial de vendas.

E não pense que adotar uma maquininha de cartão vai pesar no seu bolso – pelo contrário. Atualmente, o microempreendedor pode obter esse sistema com taxas cada vez mais baixas, devido ao aumento da oferta pelas operadoras.

O importante é que você descubra qual opção é a mais econômica e vantajosa para o seu tipo de negócio e para o perfil dos seus clientes.

Por que adotar uma máquina de cartão

Abaixo elencamos os seis principais motivos para adotar uma maquininha de cartão para microempreendedor. Confira:

1. O consumidor recorre a esse tipo de pagamento

Como mostram os dados, esse é o tipo de pagamento preferido dos consumidores, já que permite mais flexibilidade na compra, além de segurança e comodidade. Esse motivo já é o suficiente para que você tenha uma maquininha.

Além disso, lembre-se de que muitos clientes deixam de efetuar a compra no último momento quando descobrem que o vendedor não aceita o pagamento via cartão. Por isso, facilite sempre a vida do consumidor.

2. Você aumenta as vendas

O aumento das vendas é uma consequência direta da ampliação das formas de pagamento. O crédito, por exemplo, permite ao consumidor fazer aquisições que, sem ele, não seriam possíveis. O mesmo acontece com as compras por impulso.

Se você não tiver uma maquininha, estará perdendo oportunidades de vendas e, consequentemente, de lucrar mais no fim do mês.

3. Fica por dentro das tendências do mercado

Além dos bancos tradicionais, os consumidores têm agora outra alternativa: os bancos digitais. Essas novas empresas financeiras, que surgem a partir da tecnologia, geralmente oferecem o serviço de cartão de crédito para os clientes, com a vantagem de envolverem menos burocracias.

Ter uma maquininha de cartão é uma forma de chegar aos consumidores que utilizam esse tipo de serviço.

4. Reduz a inadimplência

Ao receber o pagamento via cartão de crédito ou débito, você elimina o risco de inadimplência. Ao contrário do pagamento com dinheiro vivo, a maquininha de cartão garante que você receberá os valores da compra efetuada pelo cliente.

No caso do débito, o dinheiro é transferido na hora diretamente da conta do consumidor. Já os pagamentos por crédito também são garantidos pela operadora do cartão, que faz o meio de campo entre você e o consumidor. A dívida que ele contrai, portanto, é paga diretamente para o banco.

5. Ganha mais segurança

Ao contrário do que acontece com grandes empresas, qualquer perda é um prejuízo significativo para o microempreendedor. A maquininha de cartão dá mais garantia de segurança em caso de perda ou roubo, pois o dinheiro já está na sua conta, e a eventualidade pode ser comunicada para a operadora.

Isso é ainda mais vantajoso se você é um profissional que se desloca para vários lugares no dia a dia. Se você trabalha só com notas, as chances de recuperar o dinheiro em caso de um roubo são praticamente nulas.

6. Evita problemas com troco

Com uma maquininha, você não precisa mais se preocupar com falta de troco. Afinal, esse também é um motivo que pode levar à desistência da compra pelo consumidor. Além disso, os riscos de perder dinheiro devido a um troco errado são eliminados, já que tudo é feito de forma digital.

Como escolher a maquininha de cartão de crédito

Na hora de escolher a maquininha de cartão, é preciso considerar que cada uma possui suas particularidades. Portanto, a escolha da melhor opção varia conforme o perfil de vendas do seu negócio, dos clientes e do seu orçamento.

Por isso, é importante conhecer todos os modelos existentes no mercado, para que você possa fazer uma escolha mais assertiva.

Depois de realizar esse mapeamento, o primeiro passo é avaliar as taxas de adesão da maquininha. Analise com cuidado qual o valor fixo que você precisará desembolsar por mês para utilizar o serviço.

Considerar os juros por vendas também é crucial. As operadoras descontam taxas por cada transação efetuada na maquininha. Então, você deve fazer uma comparação a fim de escolher a opção mais vantajosa para o seu empreendimento.

Lembre-se de que uma pequena redução nas taxas pode fazer uma grande diferença no seu orçamento, principalmente se você realizar muitas vendas por meio do serviço.

Falando em orçamento, considere o prazo para liberação do valor de vendas de cada maquininha, para assegurar um fluxo de caixa saudável.

Além disso, dê preferência para maquininhas que permitam chegar a um número maior de consumidores.Escolha aquelas que aceitem bandeiras, como Visa, Mastercard e Hipercard

Também verifique a flexibilidade do pagamento. A maquininha aceita crédito e débito? É possível efetuar compras parceladas? No fim das contas, esses fatores são decisivos na hora em que o consumidor efetua a compra.

E um dos fatores mais importantes, nem sempre lembrados, é a transparênciana cobrança de taxas e na discriminação de valores. Algumas vezes, o microempreendedor nem sabe quanto está ganhando de fato por venda e quanto do faturamento escorre em cobranças pequenas, quase imperceptíveis diante de um grande volume de transações.

ContaAzul Receba Fácil Cartão

Se você já possui uma maquininha de cartão, ou vai adquirir uma, aproveite para conhecer o ContaAzul Receba Fácil Cartão. Trata-se de um sistema de pagamentos por cartão que digitaliza os lançamentos financeiros automaticamente.

O Receba Fácil Cartão é uma solução ContaAzul em parceria com a Stone, uma das maiores empresas de tecnologia de recebimento.

Com ele, todos os valores recebidos das suas vendas por cartão são integrados à plataforma de gestão da ContaAzul imediatamente. Isso permite que você faça o controle de pagamentos de forma simplificada.

Assim, você pode ter uma visão geral de toda a movimentação financeira relativa às vendas por cartão de crédito e débito. Aqui, a palavra-chave é transparência. Todas as cobranças, taxas e transações ficam bastante evidentes, de forma que você fica absolutamente tranquilo para fazer o seu balanço e se concentrar na gestão do seu negócio.

O controle dos recebimentos torna-se muito mais eficaz, pois elimina tanto a necessidade de validar cada comprovante separadamente quanto os riscos de deixar passar despercebida alguma irregularidade no pagamento.

Outro benefício do sistema é que ele pode ser utilizado de forma simultânea com múltiplos leitores de cartão. Dessa forma, as transações de todos os clientes são contempladas.

Se você é um cliente ContaAzul, esse serviço já está disponível. Para adquirir a funcionalidade, é necessário solicitar o credenciamento.

Quando o pedido de cadastro for aprovado, será enviado a você um leitor de cartões. Conectando-o a um smartphone, por meio de conexão bluetooth, é possível ter acesso ao serviço no aplicativo de vendas da ContaAzul.

O Receba Fácil Cartão já está disponível para as bandeiras Visa e Mastercard para crédito e débito e para a bandeira Hipercard na modalidade de crédito.

Viu como é fácil? Assim, você tem o controle de todos os pagamentos de forma totalmente integrada, podendo planejar ações para aumentar ainda mais as suas vendas.

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Via Parceira ContaAzul

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Trabalhador demitido tem direito a seguro-desemprego mesmo com CNPJ, decide Justiça

A Justiça Federal determinou que a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Estado de São Paulo pague o seguro-desemprego a um homem que tinha registro de CNPJ quando foi demitido. A decisão é da juíza federal Tatiana Ruas Nogueira, da 5.ª Vara Federal Previdenciária de São Paulo.

O autor da ação impetrou mandado de segurança, pedindo a liberação imediata de cinco parcelas do seguro-desemprego a que teria direito, após ser demitido sem justa causa pela empresa em que trabalhou durante três anos.

As informações foram divulgadas pelo Núcleo de Comunicação Social da Justiça Federal – Processo nº 500925340184036183.

O benefício foi negado sob a justificativa de que o trabalhador ‘possuía renda própria, na condição de Microempreendedor Individual (MEI)’.

Na ação, o homem afirmou que, apesar de constituir a pessoa jurídica, nunca obteve rendimento econômico a partir dela e que, após ter o benefício negado, encerrou formalmente a empresa.

Na decisão, a magistrada afirma que, ‘conforme a lei que regulamenta o benefício requerido, fará jus ao seguro o trabalhador dispensado sem justa causa que não possua renda de qualquer natureza, suficiente à sua manutenção e a de sua família’.

A juíza Tatiana Ruas Nogueira assinalou que o registro como MEI ‘não comprova renda própria suficiente à manutenção da família, exceto se demonstrado na declaração anual simplificada da microempresa individual’.

“Assim, entendo que não deve ser aplicada no caso em testilha a restrição imposta pelo artigo 3.º, inciso V, da Lei nº 7.998/90, na medida em que a microempresa mencionada não gerava qualquer rendimento econômico, não tendo o impetrante auferido renda após sua demissão”, conclui Tatiana.

Fonte: Estadão

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Bancos voltam a receber boleto sem registro abaixo de R$ 2 mil até 2018

Tem mudança de planos no calendário do fim do boleto simples. Os bancos mudaram os planos e continuam a receber boletos sem registro com valor menor do que R$ 2 mil até 2018. A decisão foi informada pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos). Os prazos previstos antes consideravam que boletos nessa faixa precisassem ser registrados para poder ser pagos em qualquer banco.

Fim do boleto sem registro só em 2018

O cronograma para a implantação do boleto registrado em todas as faturas, independentemente do valor, tinha uma importante mudança prevista para 9 de outubro de 2017.

A partir desta data, documentos com valores entre R$ 500,00 e R$ 1.999,99 só poderiam ser emitidos no modelo registrado. Por decisão dos bancos, isso mudou.

As duas etapas derradeiras da implantação da nova plataforma de cobrança também ficaram para 2018. Inicialmente, a exigência se estenderia a boletos entre R$ 200,00 e R$ 499,99 a partir de 13 de novembro e a todos os documentos a partir de 11 de dezembro.

Antes, desde setembro, boletos sem registro maiores de R$ 2 mil só podem ser pagos em agências do banco emissor. Segundo a Febraban, 3,7% dos boletos pagos no país têm valor superior a essa faixa.

A entidade não definiu uma data específica para o novo calendário – informou apenas que será no início de 2018.

A alteração no cronograma foi definida em razão do elevado volume de documentos. A estimativa é de que sejam gerados 4 bilhões de boletos por ano. Com tamanha demanda, os bancos entenderam que era mais prudente segurar a mudança.

Dessa forma, boletos com valor inferior a R$ 2 mil ainda podem ser gerados no formato simples. Mas você sabe quais são as diferenças para o modelo registrado?

Diferenças entre boletos

Havendo ou não o registro junto ao banco, existem pelo menos dois tipos, conforme o que está sendo cobrado. O boleto avulso é um documento que possibilita receber por uma venda à vista, em uma operação avulsa.

Já o carnê é o nome dado a uma sequência de boletos, como ao cobrar por prestações de uma compra ou valores de uma assinatura (cobrança recorrente). 

Agora, vamos entender o que é o boleto simples e como funciona o boleto registrado.

Boleto simples ou sem registro

Nas carteiras do chamado modelo simples, o boleto é emitido por uma empresa (cedente) sem que o banco seja informado sobre quem irá pagar a cobrança (sacado). Valor e prazo de vencimento também não precisam estar identificados.

O ponto positivo está na  flexibilidade oferecida por esse formato. Por outro lado, quem vende é que precisa verificar e controlar o desfecho do pagamento, para ter certeza de que o preço e a data coincidem com o combinado.

Muitas empresas optam pelo boleto simples porque os bancos normalmente só cobram pelo documento efetivamente pago. Se o cliente desistir da compra, não é preciso pagar pelo serviço bancário e a taxa costuma ser mais baixa mesmo para os títulos tarifados.

No caso do e-commerce, a preferência também envolve o fato de valores e condições poderem ser alterados sem precisar interagir com o banco.

Uma primeira desvantagem é que toda essa flexibilidade reduz o controle sobre a cobrança. Ainda que você preveja multas por atraso, nenhuma penalidade ou cobrança pode ser feita no caso de o cliente optar por não pagar. Isso aumenta o espaço para fraudes e cobranças indevidas.

Cobrança com registro

No caso da cobrança registrada, a empresa que vende precisa identificar e comunicar ao banco o nome e CPF ou CNPJ do cliente. Preço e data limite de pagamento também são fixados. Ao emitir esse tipo de documento, um arquivo é criado e enviado pelo cedente para o banco.

A maior rigidez no controle ainda proporciona que você proteste o título não pago, desde que o serviço tenha sido realizado ou o produto, entregue. A exceção são as lojas virtuais ou outra venda em que a cobrança é feita antes. Como o pagamento é antecipado em relação à entrega, se não for pago, o boleto é cancelado sem direito a protesto porque nenhum bem foi enviado.

Uma desvantagem é a cobrança de tarifa para cada documento emitido. Mas, por ser obrigatória para novos clientes desde 2015 e para todos a partir de 2018, convém buscar informações sobre as carteiras de cobrança registradas dos bancos.

Emissão de Boletos Registrados com o ContaAzul Receba Fácil

Agora no ContaAzul, ficou mais fácil emitir boletos registrados para cobrar os seus clientes. Criamos o ContaAzul Receba Fácil, uma solução para emissão de boletos bancários integrado com o controle de contas a receber do nosso ERP para pequenas empresas.

Tudo é resolvido online e em poucos cliques, da contratação à emissão, do envio ao controle de recebimentos. Você não precisa mais mexer com arquivos de remessa e retorno, se livra de custos fixos e escondidos.

Com o ContaAzul Receba Fácil você, inclusive, economiza na emissão de boletos bancários registrados, pois só é tarifado pelos boletos efetivamente pagos por seus clientes. Confira no vídeo:

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Correios anunciam fim do e-Sedex; frete de lojas virtuais deve encarecer

 

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Os Correios informaram no início desta semana que vão descontinuar o e-Sedex. A mudança impacta diretamente pequenos e médios e-commerces de todo país, que não poderão mais contar com esse serviço para a entrega dos produtos da sua loja a partir de 1º de janeiro de 2017.

A estatal informou que não haverá renegociação ou formalização de contratos com o serviço e-Sedex, independentemente do estágio de negociação, e todos os processos que atualmente estão em análise serão devolvidos. Os contratos comerciais que contêm e-Sedex devem ser ajustados com a exclusão do serviço até o dia 31 de dezembro de 2016.

Além disso, a partir de 1º de janeiro de 2017 não serão mais aceitas postagens de encomendas por meio desse serviço, mesmo as que tiverem incluídas anteriormente em Pré-Lista de Postagem (PLP). Segundo os Correios, todos os clientes que tenham no contrato o serviço e-Sedex serão comunicados via carta até 30 de novembro.

Confira abaixo o comunicado na íntegra:

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O que é e-Sedex

E-Sedex é o serviço de encomenda expressa dos Correios para produtos adquiridos por meio do comércio eletrônico, ou seja, somente e-commerces que têm contrato com a estatal podem utilizá-lo.

Com o fim desse serviço, o pequeno e médio empreendedor deixa de contar com essa modalidade de envio, mas, ainda assim, encontra alternativas no mercado que oferecem uma gama de opções de frete de acordo com o que o deseja priorizar: melhor preço ou entrega rápida.

Alternativas econômicas para o e-Sedex

Mandaê, empresa de logística para e-commerce, mantém um sistema com tecnologia de ponta que possibilita ao PME enviar seus produtos utilizando transportadoras privadas ou até mesmo os Correios sem contratos e burocracia, o que garante economia, segurança e mais opções de prazo de entrega.

Após a encomenda ser retirada por um colaborador da empresa e empacotada gratuitamente por uma equipe especializada em embalagens, a Mandaê envia o produto com a transportadora que oferecer o melhor nível de serviço para atender o prazo do cliente. Além disso, o empreendedor conta com um plano de descontos progressivos, ou seja, quanto mais produtos envia, mais descontos ganha.

 

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Via Mandae

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Governo reajusta MEI e encerra distribuição de boleto

mei1Os mais de 5,5 milhões de microempreendedores individuais formalizados no Brasil devem se atentar para duas novidades que já começam a vigorar agora no início do ano: o reajuste no valor da contribuição mensal e a forma de pagamento do boleto que não será mais enviado para a casa.

Com o novo valor do salário mínimo, a contribuição mensal do microempreendedor individual (MEI) sofreu um reajuste que já começa a valer agora em fevereiro. O Documento de Arrecadação Simplificada (DAS) teve reajuste nos valores que agora passam ao valor fixo mensal de R$ 45,00 (Comércio ou Indústria), R$ 49,00 (Prestação de Serviços) ou R$ 50,00 (Comércio e Serviços).

Os valores do DAS correspondem a 5% do salário mínimo, acrescido de mais R$ 1,00 de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ) e/ou mais R$ 5,00 de ISS (Imposto sobre Serviços). Uma outra mudança que o empresário precisa ficar atenta é que os boletos pararam de ser enviados para a casa e, para efetuar o pagamento da DAS, é necessário que o MEI volte a imprimir a guia no sitehttp://www.portaldoempreendedor.gov.br/.

O pagamento mensal dos tributos deve ser efetuado até o dia 20 de cada mês. “É muito importante que o MEI fique atento e mantenha seus pagamentos dos tributos em dia, já que o atraso ou não pagamento dos boletos mensais podem ocasionar a suspensão dos benefícios previdenciários. Para ajudar o MEI a estar em dia com seus deveres, o SEBRAE lançou o QIPU, um aplicativo gratuito que emite alertas para o pagamento”, destaca Nelson Hervey Costa, gerente da Unidade de Políticas Públicas do Sebrae-SP.

Para quem tem dúvida sobre os novos valores, forma de pagamento e outras questões referentes ao MEI, o Sebrae-SP disponibiliza consultores especializados em seus canais de atendimento: pelo 0800 570 0800, site (www.sebraesp.com.br) , nas Salas do Empreendedor instaladas em vários municípios ou pelo atendimento nos 33 Escritórios Regionais e demais pontos de atendimento espalhados em todo o Estado de São Paulo.

Além da contribuição mensal, o MEI também precisa enviar já no início do ano a Declaração Anual Simplificada (DASN), referente ao ano-calendário anterior. Nela é necessário declarar todos os itens de faturamento anual (Receita Bruta Total), o valor das receitas referentes a comércio, indústria ou serviço intermunicipal e se houve a contratação de funcionário. O prazo final para a entrega da DASN é 31 de maio.

Fonte: Fenacon

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Novidade: Vem aí o Super MEI

meiO Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) do estado de São Paulo lançou um programa para capacitação dos Microempreendedores Individuais (MEIs) paulistas. Chamada de Super Mei, a iniciativa envolve cursos de formação técnica, controle financeiro, uso de tecnologias, entre outras ações.

Depois de capacitados, os Super MEIs terão acesso a um portal, administrado pelo Sebrae-SP, onde poderão expor seus produtos e serviços, além de divulgar ofertas.

O programa foi oficializado durante o 16° Congresso da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), que acontece no Guarujá, litoral paulista, até amanhã (06/11). O evento reúne mais de 1.100 participantes.

Serão oferecidas mais de 150 opções de cursos, com carga horária entre 20 horas e 50 horas. Os treinamentos são voltados para aquelas atividades que costumam agregar mais MEIs, como comércio varejista, serviços de estética e beleza, lanchonetes e bares.

O Sebrae-SP cobra R$ 50 dos interessados no programa de capacitação.

QUEM SÃO OS MEIS?

Pessoas que trabalham por conta própria e faturam até R$ 60 mil por ano podem virar um Microempreendedor Individual, que é uma figura jurídica enquadrada no Simples Nacional, o que lhe garante tratamento diferenciado. A tributação para o MEI é mais branda. Ele pagará, no máximo, R$ 45,4 ao mês.

Essa contribuição garante ao MEI acesso a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros.

Segundo o Sebrae, hoje há 5 milhões de MEIs em atividade no país. A maior parte trabalha nas próprias casas. Uma boa fatia desse contingente (25%) é composta de jovens entre 21 e 30 anos.

REFORMULAÇÃO

O Super MEI é exemplo de uma nova abordagem do Sebrae-SP, que está moldando suas ações de acordo com as necessidades de grupos específicos de empreendedores.

Faz parte dessa estratégia o fortalecimento das relações com instituições financeiras na tentativa de facilitar o acesso ao crédito para as empresas de menor porte.

“Queremos nos aproximar dos bancos, cooperativas de crédito e sociedades garantidoras de crédito para melhorar o cotidiano do empreendedor” comentou Ivan Hussni, diretor técnico do Sebrae-SP, durante o 16° Congresso Facesp.

Vale lembrar que atualmente o crédito para as empresas, especialmente para os pequenos empresários, está restrito por causa do enfraquecimento da economia.

Nesse cenário, as instituições financeiras ficam mais cautelosas antes de emprestar recursos porque cresce o receio de inadimplência da pessoa jurídica.

Hussni também informou que o Sebrae-SP planeja criar indicador para medir a evolução dos programas que promove no estado. Além disso, a entidade vai investir na criação de aplicativos que permitam aos agentes do Sebrae espalhados pelo estado troquem informações de maneira mais eficiente.

“São ações que vão ajudar a moldar nossos programas de acordo com as necessidades de grupos específicos de empresários”, comentou.

EMPREENDER

Um dos programas que serão impulsionados por essas novas ações é o Empreender, um projeto que organiza empresários de um mesmo segmento em núcleos regionais permitindo assim que troquem ideias e impulsionem seus negócios.

“O Empreender tira o micro e pequeno empresário do isolamento para que, unidos, possam atuam de maneira mais eficiente”, explicou Juarez de Paula, gerente do Sebrae nacional.

Durante o evento da Facesp os números atualizados do programa Empreender foram apresentados. Criado há 15 anos, o programa já ajudou 18 mil empreendedores e hoje trabalha com cerca de 2 mil somente no estado de São Paulo.

Esses empresários estão divididos entre 164 núcleos, onde atuam conjuntamente.

O Empreender é apoiado pela Facesp. Mais de 60 Associações Comerciais do estado dão suporte aos empresários envolvidos com o programa.

Fonte: Diário do Comércio

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#SeuNegócio 12 erros que acabam com as contas do seu negócio

erros-cometidos-pelos-empresáriosOlhar as contas do negócio nem sempre é uma tarefa fácil, seja por questões econômicas ou emocionais. Mas ignorá-las pode gerar um estresse ainda maior: o da falência.

Para Marcelo Correa, professor do curso de Administração da Universidade Anhembi Morumbi, devemos nos comportar mais como “formigas”  e menos como “cigarras” durante momentos de crise.

“Precisamos pensar mais no futuro e menos na fartura”, afirma.

Os brasileiros conseguem vencer as barreiras da burocracia e empreender, mas o grande desafio é manter o negócio, segundo Luiz Fernando Barbieri, coordenador da pós-graduação CBA Gestão Estratégica por Processos do Ibmec do Rio de Janeiro.

“Os empreendedores fazem muito uma gestão por feeling, e, quando a empresa vende menos, dão desculpas para seus erros”.

Para saber administrar as finanças, é indispensável que o empreendedor procure capacitação sobre o tema.

“O gestor tem que aprender a fazer seu negócio virar”, diz Ruy Barros, consultor do Sebrae de São Paulo.

Antes que sua empresa fique no vermelho, conheça doze erros dos quais você deve fugir:

1. Ignorar o planejamento

Segundo Barros, desconhecer qual o caminho que o negócio irá seguir é a primeira falha cometida pelos empreendedores que gera gastos maiores do que o previsto. Para ter uma visão estratégica da empresa, o consultor recomenda fazer um plano de negócios. “Comece a trabalhar sua empresa no papel, e depois vá para o dia a dia. Assim, você comete menos erros”.

2. Só se importar com o faturamento

Olhar as métricas do negócio é fundamental em qualquer empresa. Mas isso não significa que apenas saber os números de faturamento seja o suficiente. Segundo Barros, o problema é que muitos empreendedores, apesar de acompanharem o valor, não sabem como trabalhar com ele.

Isso significa que, quando o resultado financeiro entra em queda, muitos não sabem responder se a qualidade do produto deixou a desejar ou se a concorrência ganhou o mercado, exemplifica Barbieri.

Para lidar com essa situação, Correa recomenda olhar a relação do faturamento com o valor visto em anos anteriores e, se possível, com o resultado que os concorrentes alcançaram.

3. Comprometer o negócio com dívidas

Investimentos são necessários, mas é importante refletir se eles irão dar retorno e quando isso acontecerá. “Destinar uma grande parte da receita às dívidas acaba com a liquidez do negócio”, alerta Barbieri. Isso significa que, quando o empreendedor precisar de dinheiro para uma situação de emergência, suas reservas estarão comprometidas.

Uma outra atitude que mergulha o empreendimento em dívidas é depender do dinheiro que está no plano das promessas. “Muitos acabam adquirindo um novo equipamento, por exemplo, mesmo que o acordo de venda ainda não tenha sido concretizado”.

4. Não ter controle sobre o fluxo de caixa

Gastar mais do que recebe: essa conta não vai fechar nunca. “Quando o empreendedor não tem um controle, acaba comprando demais. Esse desequilíbrio nos recursos faz com que a empresa não avance”, diz Barros.

Esse erro é um passo certeiro para a falência, afirma Barbieri. Para saber exatamente como está o fluxo de caixa, uma planilha é suficiente em pequenos negócios. Em empresas maiores, pode ser necessário ter um sistema de gestão.

O que olhar? Correa recomenda analisar fatores como as características do segmento da empresa, incluindo taxa de crescimento, e se o empreendedor tem capital de giro suficiente para manter o negócio.

5. Desconsiderar custos de produção

Em toda empresa, há custos fixos (como o aluguel) e custos variáveis (que variam com a produção, como matéria-prima e energia). Muitos empreendedores não sabem como calcular o segundo tipo de gasto, diz Barbieri. Esse acúmulo de gastos inesperados faz o caixa da empresa ir para o vermelho.

6. Estocar além do necessário

Comprar muitos produtos de uma vez só era um hábito comum na época da hiperinflação, mas que ainda permanece. “A gente sabe que existe um indicador importante, que é a perda da venda pela falta de estoque, mas pior do que isso é ter um estoque excessivo”, diz Barbieri.

Por isso, é necessário analisar a demanda e manter um estoque enxuto. Caso contrário, o orçamento fica comprometido por gastos que, na verdade, eram evitáveis.

7. Diminuir a qualidade do produto

Durante uma crise, muitos empreendedores decidem diminuir a qualidade do produto ou do serviço para enxugar os gastos. Essa estratégia é um tiro no pé, segundo Barros, já que os clientes estão cada vez mais exigentes. A economia na matéria-prima pode ser pequena frente ao prejuízo com a queda nas vendas.

8. Confundir a conta pessoal com a da empresa

Na hora de pagar projetos pessoais, como cursos ou viagens nas férias, retirar o dinheiro do caixa da empresa é um grande erro, mesmo que o empreendedor prometa devolver. “Não mexa no que é da empresa e que você planejou receber. Isso atrapalha a boa gestão financeira”, diz Barbieri.

9. Fazer liquidações, oferecer parcelamentos ou dar brindes sem planejar

No desespero de aumentar as vendas, outra estratégia comum é diminuir os preços ou dar a opção de pagamento em parcelas. Antes de adotar esse plano, Correa recomenda verificar a margem de contribuição do produto: ou seja, quanto dinheiro sobra da venda descontando os custos variáveis para produzir o produto ou serviço.

Se essa margem for muito magra, não irá sobrar dinheiro para pagar despesas como o aluguel, por exemplo, e a empresa pode até falir. Por isso, na hora de oferecer promoções, leve em consideração os custos envolvidos.

Outro cuidado é achar que investir pesado em marketing é a solução para a crise. Como toda área da empresa, é preciso analisar o custo-benefício e ter cautela antes de adotar uma estratégia como dar brindes, por exemplo.

10. Contrair empréstimo quando há outras alternativas

Correa recomenda ficar o mais longe possível dos empréstimos e, se eles forem a última opção, sempre tentar renegociar as taxas. “Se possível, faça um aumento do capital na empresa com o dinheiro dos próprios sócios”, recomenda.

11. Não saber de onde cortar gastos

Custo e despesa não são a mesma coisa, diz Correa. O custo é tudo que está diretamento relacionado à atividade do seu negócio (como salário dos professores em uma escola). Já as despesas são atividades paralelas, mas que incrementam a capacidade de produção (como o gasto com material de escritório). Na hora de economizar, corte a gordura e não a carne: ou seja, pense mais nas despesas e menos nos custos.

12. Desistir quando a situação aperta

A dificuldade deve ser entendida como um desafio a ser superado diariamente. Isso é importante não apenas pela motivação do empreendedor, mas também para as contas da empresa. “Às vezes, desistir antes da hora faz você perder oportunidades, como um acordo com o banco ou uma venda para um cliente exigente”, diz Barbieri.

Fonte: Exame.com

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Teto do microempreendedor pode aumentar de R$ 60 mil para R$ 120 mil

m_374r7-aumento-de-salarioBrasília – O novo Supersimples deverá aumentar de R$ 60 mil para R$ 120 mil o teto de faturamento anual para adesão ao Microempreendedor Individual (MEI) , motivo de solenidade ontem no Palácio do Planalto por haver atingido a marca de 5 milhões de registros.

A duplicação do teto do MEI foi prevista ontem pelo líder do governo no Congresso, senador José Pimentel (PT-CE), durante audiência realizada pela Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa para debater a matéria. O projeto deverá ser votado no dia 1º de julho em comissão especial e ir a plenário no segundo semestre.

“Sempre que há um consenso em torno de um tema na Frente Parlamentar, essa proposta é aprovada”, disse Pimentel ao DCI. “A Frente está unificada quanto ao aumento do teto do MEI”.

Segundo o parlamentar, não haverá renúncia fiscal porque, em verdade, a ampliação do teto do MEI apenas irá incorporar empreendedores que estão a margem da economia formal.

Arquitetos no MEI

Por representar uma taxa mensal inferior a R$ 50,00, a figura do MEI não só foi comemorada pela presidente Dilma Rousseff como já atrai categorias de profissionais liberais. “Queremos que na revisão do Supersimples seja aberta a possibilidade de profissionais autônomos poderem virar MEI”, defendeu Jeferson Salazar, presidente da FNA (Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas).

Salazar explicou ao DCI, a baixa carga tributária desperta o interesse de permitir à categoria o ingresso em uma figura jurídica criada para regularizar empreendedores populares que antes estavam na economia informal.

“Se o teto do MEI for aprovado, o faturamento será de R$ 120 mil. Isso significa R$ 10 mil por mês. Um arquiteto que ganha isso pertence a uma elite da categoria”, explicou.

Salazar e outros palestrantes reclamaram na audiência por que outras categorias, a exemplo dos advogados, foram enquadrados em faixas menores no Supersimples. No caso dos advogados, a faixa inicial ficou inferior ao dos arquitetos e de outras profissões liberais.

Questionado sobre o motivo da distorção, o ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, foi monossilábico: “O padrinho”. Ele se referiu ao empenho da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para assegurar o ingresso da categoria no Supersimples. Afif adiantou que o governo aceitou rever as faixas de tributação do Supersimples. Mas falta definir as alíquotas das novas faixas de tributação do regime fiscal.

Inclusão produtiva

Na solenidade comemorativa, a presidente Dilma afirmou que a marca de 5 milhões significa 2.300 registros diários na categoria de MEI, o que corresponde a 97 inscrições por hora. “São 5 milhões de batalhadores que deixaram para trás o medo da fiscalização. Ter o negócio formalizado implica em autoestima. Implica em se colocar no mundo como cidadão, com direitos e deveres”, afirmou a presidente.

A chefe do Executivo também destacou que o papel do Microempreendedor Individual na sociedade: “O MEI é uma porta de entrada para o próprio negócio e melhoria de renda. É, junto com o Bolsa Família, a política mais forte de inclusão social no Brasil”.

“Cerca de meio milhão dos MEIs veio do Bolsa Família”, destacou o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

As vantagens oferecida ao MEI

Ao se formalizar, o MEI passa a ter um CNPJ, a emitir nota fiscal, pode participar de licitações públicas, tem acesso mais fácil a empréstimos, pode fazer vendas por meio de máquinas de cartão de crédito, entre outros benefícios. Ele também se torna um segurado da Previdência Social e tem direito a aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade.

O MEI é isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL) e paga uma contribuição mensal de 5% do salário mínimo mais R$ 1 ou R$ 5 de ISS ou ICMS, dependendo da atividade exercida.

A contribuição mensal da Microempresa Individual pode ser de R$ 40,40, para comércio ou indústria, R$ 44,40 para prestação de serviços ou R$ 45,40 para comércio e serviços. Esses valores são destinados à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS.

Fonte: DCI

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MEIS têm até o dia 31 de maio para enviar a declaração anual 2014

meiOs Microempreendedores Individuais (MEIs) de todo o País têm até o dia 31 de maio para enviar a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-Simei), ano base 2014, à Receita Federal. O documento mantém o empreendedor em dia com as obrigações fiscais garante benefícios previdenciários como aposentadoria, auxílio-doença e licença-maternidade, entre outros. A 20 dias do último dia para entregar a declaração do Simples Nacional, a Receita informa que 2,78 milhões de MEIs ainda não enviaram o documento. O número representa 59,72% do total.

Na declaração, o MEI deve apresentar o faturamento contratou funcionário e descrever suas despesas. As informações devem ser feitas pelo site www.portaldoempreendedor.gov.br. O microempreendedor que não cumprir o prazo estará sujeito à multa, terá seus benefícios suspensos e poderá até ser excluído do Simples Nacional. A multa é estipulada pelo Fisco, conforme cada caso.

O MEI está enquadrado no Simples Nacional e fica isento de tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL), tendo como despesas o pagamento mensal de R$ 39,40 (INSS) acrescido de R$ 5 (prestadores de serviço) ou R$ 1 (comércio e indústria).

O estado com o maior número de declarações entregues é Santa Catarina, com 53,48%. Na segunda e terceira posição, estão Paraná e Piauí, com 52,74% e 50,66%. O estado que aparece com o menor percentual de declarações entregues é o Rio de Janeiro, com 27,98% do total, seguido por Amazonas e Amapá, com apenas 28,42% e 31,03%.

É considerado microempreendedor individual a pessoa que trabalha por conta própria, legalizada como pequeno empresário, fatura no máximo R$ 60 mil por ano e não tem participação em outra empresa como sócio ou titular. O MEI pode ter até um empregado contratado que receba o salário mínimo ou piso da categoria.

Fonte: Portal do Empreendedor

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Empreendedor não pode ficar paralisado, diz Sebrae

4b9e3b2a-0a3c-44a8-8563-85e533b3414dNeste momento de ajuste da economia, é preciso que os empreendedores tenham cautela, mas não fiquem paralisados. A avaliação é de Luiz Barreto, diretor-presidente do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). “É preciso ter essa mentalidade. Não conheço grande e pequeno empreendedor que esteja parado. Todos estão procurando uma forma de melhorar a produtividade”, disse nesta quarta-feira, 13, durante o 6º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Sebrae, em São Paulo.

Ele destacou ainda a necessidade de avanços na legislação de modo a contribuir para o aumento da competitividade da indústria brasileira e ressaltou a importância da integração entre companhias de diferentes portes. “Um ecossistema legal é fundamental para que tenhamos avanços”, pontuou. Ele afirmou ainda que a parceria entre o Sebrae e a CNI tem sido fundamental para inserir a agenda da inovação nos pequenos negócios. “O Sebrae atende cerca de 2 milhões de empresas a cada ano, dessas 164 mil da indústria, o que representa 16% dos clientes”, afirmou.

Para Barreto, uma indústria forte é imprescindível para o crescimento de um país e, independentemente do porte da empresa, é importante que todas estejam alinhadas. “As grandes empresa precisa de uma cadeia de fornecedores preparada para inovação, todos os elos precisam ser competitivos, ter mais produtividade”, afirmou.

Barreto afirmou que o Sebrae tem investido fortemente em inovação e que de 2015 a 2018 já foram aprovados mais de R$ 2 bilhões para projetos de inovação. “Uma delas é o agente local de inovação, que acompanha 40 empresas durante dois anos e orienta sobre inovação”, disse, detalhando que são quase 50 mil empresas com 1500 agentes em campo.

MDIC

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro, cancelou a participação que faria nesta manhã no evento da CNI e do Sebrae. Segundo o presidente da CNI, Robson Braga, o ministro foi chamado pela presidente Dilma Rousseff para discutir questões ligadas ao plano de incentivo às exportações que deve ser lançado pelo governo em breve.

O evento conta com a participação do ministro da Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo, que já está no local, além de diversos empresários do setor. À tarde está prevista palestra com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho.

Propostas

De acordo com o presidente da CNI, o setor tem levado diversas propostas ao governo, embora seja difícil no atual momento de ajuste fiscal conseguir estímulos tributários.

“Nós passamos por um momento sério, de dificuldades no mercado, de aumento significativo nos custos das empresas, com o consumo diminuindo em função da crise interna na economia e dificuldades também no setor externo, com alguns países em crise e a desaceleração da China”, comentou Braga.

Segundo ele, o governo tem procurado tomar providências, para além do ajuste fiscal, para garantir que possa haver retomada de um crescimento sustentável no futuro. “Temos procurado levar propostas ao governo. Neste momento é difícil discutir questões ligadas à tributação, mas temos planos de simplificação, desburocratização, concessões de infraestrutura, que podem ajudar a melhorar a competitividade da indústria brasileira”, explicou.

“São propostas para que a indústria não esteja tão dilapidada ao final do ajuste, para que a indústria tenha uma participação no PIB que seja compatível com a grandeza que o setor sempre teve”.

Fonte:

Agência Brasil
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