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Archives for fevereiro 2017

O que muda nas pequenas empresas com novo sistema de informação

O ano começou com boas notícias aos pequenos empresários brasileiros. O Sebrae e o Governo Federal estão trabalhando juntos em um sistema de informação para qualificar o ambiente de negócios. Saiba que ferramentas merecem destaque e como elas afetarão a sua rotina.

A desburocratização no Empreender Mais Simples

É verdade que nem tudo que vira notícia acaba se confirmando na prática. Mas ao menos na teoria é bastante válida a proposta para reduzir a burocracia e trazer mais agilidade aos processos de gestãoem micro e pequenas empresas.

O programa, batizado de Empreender Mais Simples, prevê a criação de dez sistemas para diminuir a complexidade e o tempo empregado no cumprimento de obrigações tributárias, previdenciárias, trabalhistas e relativas à formalização. Ele é fruto de um convênio assinado em janeiro entre o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Governo Federal.

A meta do Sebrae é investir R$ 200 milhões até o final de 2018 na elaboração dos sistemas, alguns deles já em uso por alguns empreendedores no país.

Segundo declarou na oportunidade o presidente da entidade, Guilherme Afif Domingos, a proposta parte do princípio que, quanto menos tempo o empreendedor perde com processos burocráticos, mais tempo sobra para ele cuidar do negócio e aumentar a sua lucratividade.

Uma curiosidade do evento de lançamento do programa ocorreu quando Afif Domingos apresentou uma extensa lista de obrigações impostas às empresas optantes pelo Simples Nacional. O longo pedaço de papel representou bem a situação paradoxal do regime simplificado de recolhimento de impostos: simples, mas nem tanto assim.

Confira na foto de Charles Damasceno, da Agência Sebrae, o momento em que Afif surpreendeu o público.

Quais são as 10 etapas do sistema de informação

Entre os dez sistemas de informação anunciados pelo Sebrae para integrarem a rotina de micro e pequenas empresas, nem todos são realmente novos. Alguns, como a Redesimples e o e-Social já são em parte conhecidos, embora não tenham efetivamente saído do papel até o momento.

A Redesimples, ou Redesim, foi inicialmente prevista na Lei Federal 11.598, publicada em dezembro de 2007. Às vésperas de completar dez anos, portanto, os esforços serão para fazer valer a sua estratégia.

Abrir uma empresa em apenas dois dias é uma das metas. Atualmente, tamanha celeridade para registro do negócio é privilégio de poucas cidades – São Paulo foi uma das últimas a aderir.

Já no caso do e-Social, o novo sistema de informação pretende adaptar a ideia que vem sendo implantada para o cumprimento de obrigações relacionadas a empregados domésticos. A proposta é que um novo e-Social surja exclusivamente para pequenas empresas.

E os objetivos são um tanto audaciosos: eliminar 13 obrigações acessórias, unificando o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias através de um portal específico. Com isso, contribuições destinadas à Previdência e relacionadas com o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) seriam integradas à guia do Simples Nacional.

Melhorias também devem ocorrer no Portal do Simples Nacional, permitindo que o Documento de Arrecadação (DAS) seja pago eletronicamente ou debitado mensalmente em conta corrente. E está ainda prevista uma reformulação do Portal do Empreendedor, ampliando os serviços disponíveis no canal.

Veja a relação completa do que vem por aí:

  1. Implantação do sistema Redesimples
  2. Documentos fiscais eletrônicos das micro e pequenas empresas
  3. e-Social
  4. Processo de restituição automatizada do Simples Nacional
  5. Pedido eletrônico de isenção de IPI e IOF
  6. Pedido simplificado de restituição e compensação
  7. Repositório nacional de dados do Simples Nacional
  8. Aprimoramento do Portal do Empreendedor e Conta Corrente (fiscal) do MEI
  9. Sistema de pagamento do Simples Nacional por modalidades eletrônicas
  10. Sistema de parcelamento do Simples Nacional.

Como a sua empresa pode ganhar com isso

Não é de hoje que a tecnologia tem contribuído significativamente para a manutenção, crescimento e, em alguns casos, até com a longevidade de pequenos negócios no país. É através desse tipo de inovaçãoque os processos vêm se tornando mais simples, tanto na gestão das empresas quanto na sua própria operação.

Como seria se os controles financeiros ainda fossem realizados no papel? E se os registros de despesas e receitas fossem anotados exclusivamente em um caderno? Como ficaria a análise do fluxo de caixa em um cenário assim?

E a conciliação bancária, já imaginou checar cada entrada e saída do caixa e compará-la manualmente com o extrato de sua conta corrente? Difícil, cansativo e demorado, não é mesmo?

A possibilidade de utilizar sistemas de gestão online no dia a dia do empreendedor é só um dos exemplos de como a tecnologia tem ajudado. E ela é novamente a base do projeto anunciado para o Sebrae.

Se as mudanças terão efetivamente o grau de revolução esperado, só o futuro dirá. Mas todos os dez novos sistemas de informação anunciados têm em comum o aproveitamento da tecnologia para simplificar a rotina na linha de frente das pequenas empresas.

Ao empreendedor, cabe estar atento ao que virá e fazer uso das novidades, na medida em que estiverem disponíveis, para tornar seu dia mais produtivo. Pela amostra de momento, cada vez menos tempo deve ser dedicado para atividades que pouco contribuem com o negócio.

Mais dinheiro à vista

Mas nem só de avanços em sistemas de informação o Empreender Mais Simples será feito. Como parte do programa, R$ 8,2 bilhões serão disponibilizados até 2018 pelo Banco do Brasil e BNDES. O Sebrae promete acompanhar os empreendedores durante e após a contratação do empréstimo para minimizar casos de inadimplência.

Em sua quarta edição, o Termômetro ContaAzul apurou que o principal investimento planejado para 2017 pelos pequenos empresários é criar uma reserva financeira e ter capital de giro para financiar a própria operação. Se isso não for possível de ser concretizado com recursos próprios, ao menos opções de crédito estarão disponíveis.

Apesar do prazo de pagamento em até 48 vezes, da carência de até 12 meses para quitar a primeira parcela e da isenção do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), quem buscar o financiamento deve estar atento às taxas de juros, que possuem índices a partir de 1,56% ao mês.

Considerações finais

Neste artigo, apresentamos algumas das novidades que devem ser implantadas até o final do próximo ano no país, tornando menos burocrática a vida do pequeno empresário brasileiro.

Se você está entre aqueles que tentam deixar o dia mais produtivo, além de aguardar pela concretização do Empreender Mais Simples, olhe para dentro da própria empresa e veja o que pode fazer para otimizar seu tempo à frente do negócio.

As soluções tecnológicas estão ao seu alcance e nem sempre exigem um grande investimento. Com criatividade e a informação certa, você chega lá.

Fonte: Via ContaAzul.com

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Como atualizar boleto para novas regras

Uma forma de cobrança comum em empresas vai mudar neste ano. Até dezembro, será preciso atualizar boleto para as novas regras, pois o formato registrado da fatura será o único permitido. Você já sabe como essa alteração atinge o seu negócio?

Um novo boleto em 2017

Sai de cena o boleto bancário simples e passa a valer apenas o boleto registrado, que já existe, mas não é obrigatório. Essa é a principal mudança trazida pela implantação da Nova Plataforma de Cobrança, desenvolvida pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban).

Mas a forma como o seu negócio será impactado pode variar. A única certeza é que será preciso atualizar a maneira como você emite boletos aos seus clientes, pois novos procedimentos estão previstos não apenas para o pagamento da fatura.

Na modalidade registrada do documento, é preciso constar os dados do emissor (no caso, a sua empresa) e também as informações do pagador, como o CPF ou CNPJ do cliente e seu nome completo. Os demais campos, como valor e data de vencimento, permanecem e são obrigatórios.

O custo para o empreendedor tende a ficar mais alto, pois o boleto registrado implica em novas taxas bancárias que não existem na versão simplificada. Entre elas, podem ser cobradas tarifas pelo registro do documento, sua liquidação, permanência, protesto, alteração e cancelamento.

Tudo isso exige maior atenção e cálculos na hora de contratar uma carteira junto ao banco, já que a opção simples não estará mais disponível para novos usuários. Por sua vez, os antigos terão até dezembro para migrar para a carteira registrada (veja o cronograma abaixo).

Já para a emissão, pouco ou nada muda. Quem já utiliza um sistema emissor, como um software de gestão online integrado com o banco, não terá sua rotina afetada, pois o registro do boleto ocorre automaticamente.

Assim que é realizada a emissão do documento, um arquivo de remessa é transmitido ao banco com todas as informações previstas. Para a empresa, retorna um arquivo que confirma o registro da operação. O mesmo processo de comunicação acontece se o boleto for alterado pelo emissor.

Novo cronograma para atualizar boleto

Fique atento aos prazos. Conforme o valor do boleto que você emitir a partir do mês de julho, já terá que obrigatoriamente utilizar a versão registrada do documento.

A Febraban atualizou o cronograma, que anteriormente já previa mudanças no mês de março. Ainda assim, o prazo final foi abreviado em quatro dias e até 11 de dezembro todos os boletos estarão adequados ao novo formato.

Segundo a entidade, a adequação no cronograma ocorreu por decisão dos bancos. O objetivo é garantir que o sistema esteja funcionando de forma integrada, sendo alimentado por todas as instituições para a validação dos documentos de cobrança já para a primeira etapa, em julho.

Confira as novas datas para atualizar boleto:

Faixa de valor do boleto Data de início de validação
Igual ou superior a R$ 50.000,00 10/07/2017
Entre R$ 49.999,99 e R$ 2.000,00 11/09/2017
Entre R$ 1.999,99 e R$ 500,00 09/10/2017
Entre R$ 499,99 e R$ 200,00 13/11/2017
Igual ou inferior a R$ 199,99 11/12/2017

Por que a mudança pode ser boa para você?

Novos custos, novas regras, mais obrigações. Analisando dessa forma, parece que a mudança é mais um problema do que uma solução para o pequeno empresário. Mas não se apresse, pois há boas razões para utilizar o boleto registrado.

Seu cliente vai gostar

Ainda que ele possa pagar um boleto simples em uma agência do banco emitente, não tem a comodidade de quitar a fatura em qualquer instituição, mesmo após o vencimento. É que no formato registrado a atualização dos valores, com juros e multa, ocorre automaticamente.

Também o comprovante de pagamento será mais completo, pois irá apresentar todos os detalhes do boleto, com as informações do beneficiário e do pagador, além de possíveis descontos, juros e multas.

E não podemos deixar de destacar que o pagamento em duplicidade não é permitido, já que a quitação do boleto também é registrada. Se o seu cliente pagou e esqueceu disso, não conseguirá pagar novamente e será informado disso.

É mais seguro

A Nova Plataforma de Cobrança nasceu com um objetivo principal: reduzir o alto número de fraudes bancárias, considerando que o boleto simples tem maior vulnerabilidade a elas. Nesse formato, basta aos criminosos alterar campos e o código de barras.

Já o sistema atualizado facilita o rastreamento da operação e aumenta a capacidade dos bancos de filtrar os boletos indevidos. Se houver alguma divergência entre os dados do documento e aqueles registrados na plataforma, a operação será invalidada e o pagamento não será autorizado.

Amplia o controle financeiro

Você ainda se perde em meio aos recebimentos e tem dificuldades de organizar suas cobranças? Esse é um tipo de falha que causa prejuízos ao caixa. No caso do boleto registrado, fica mais fácil controlar os documentos emitidos, confirmar o pagamento, a data e o valor pago.

Para quem utiliza um sistema de gestão, qualquer atraso é rapidamente identificado. Nesse caso, vale monitorar a operação com atenção, pois o não pagamento se configura inadimplência e exige uma política de cobrança específica.

Protege seus direitos

Até mesmo nas situações em que o pagamento não é realizado há vantagens ao empreendedor em atualizar boleto para o sistema registrado. Como ele traz informações completas sobre o pagador (que nesse caso virou devedor), cresce a chance de ter êxito em um protesto do título não pago em cartório.

Prepare-se para a atualização

Agora que já conhece o cronograma para atualizar boleto de acordo com a nova plataforma da Febraban, você pode planejar a transição com maior tranquilidade na sua empresa.

Se ainda não possui uma carteira registrada ou não emite boletos e deseja fazê-lo, procure o banco e se informe sobre as taxas. Vale pesquisar entre diferentes instituições para encontrar o melhor custo-benefício.

Já na sua empresa, além de um sistema emissor, pode ser útil contar com uma solução completa de gestão. Uma boa razão para isso é que, com o novo boleto, você precisará ainda mais de um cadastro de clientes atualizado. E isso um bom software faz perfeitamente para o seu negócio. 

Via ContaAzul

 

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Quanto uma microempresa paga de impostos?

Seja para iniciar um novo negócio ou migrar da condição de microempreendedor individual (MEI), abrir uma microempresa (ME) de sucesso depende de um bom planejamento. E entre as informações que não podem ficar de fora está a carga tributária devida por esse tipo de empreendimento. Vamos descobrir?

MEI ou microempresa: qual negócio abrir?

Para muitos brasileiros, ser dono do próprio negócio é a realização de um sonho. Para outros, uma necessidade. Entre os mais de 12 milhões de desempregados, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), certamente estão muitos que se encaixam no segundo grupo. Para eles, a abertura da empresa pode representar a chance de ter uma fonte de renda.

Desde 2008, quando a legislação abriu caminho para tornar-se MEI, essa opção tem crescido em preferência. Em 2015, segundo levantamento da Serasa Experian, 76,9% do total de empresas abertas no Brasil foram MEIs.

A escolha não surpreende, dadas as vantagens reservadas ao microempreendedor. Entre elas, a isenção de impostos federais e a concessão de benefícios previdenciários em troca de uma pequena contribuição mensal.

Mas nem sempre ser MEI é a melhor escolha. Conforme a situação, o caminho obrigatório do sonho empreendedor leva a uma microempresa.

São algumas das razões para abrir uma microempresa e não se formalizar como MEI:

  • Quando a atividade exercida não é permitida ao MEI
  • Quando a atividade exercida é impeditiva ao Simples Nacional
  • Quando a operação do negócio exigir mais de um funcionário
  • Quando a previsão de faturamento anual for superior a R$ 60 mil
  • Quando o empreendedor já possuir participação em uma Sociedade Limitada.

Caso você se encaixe em uma dessas situações, o primeiro passo é registrar uma sociedade simples, sociedade empresária, empresa individual de responsabilidade limitada (Eireli) ou formalizar-se como empresário individual. Em seguida, ocorre o enquadramento como microempresa.

Diferentemente de um MEI, uma microempresa precisa de um contrato social, ainda que tenha um único sócio, exceto no formato de empresário individual. Esse documento é registrado na Junta Comercial do Estado, funcionando como uma certidão de nascimento da empresa.

E é importante também preparar o bolso e conhecer um pouco mais sobre a carga tributária que incide sobre esse tipo de negócio.

Quanto uma microempresa paga de impostos?

A pergunta correta não é exatamente quanto, mas quais impostos são devidos por uma microempresa. O total em valores irá depender do faturamento. Mas conhecendo os tributos e as alíquotas já é possível fazer alguns cálculos.

Em linhas gerais, a opção pelo Simples Nacional é mais vantajosa para uma microempresa. Assim como o MEI, o pagamento de tributos ocorre em um documento único de arrecadação. Já em outro regime tributário, como o Lucro Real ou Lucro Presumido, os impostos devem ser calculados e pagos separadamente.

Saiba quais são eles:

  • Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ)
  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)
  • Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep)
  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins)
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)
  • Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)
  • Imposto Sobre Serviços (ISS)
  • Contribuição Previdenciária Patronal (CPP)

Quando optante pelo Simples, a microempresa está dispensada da entrega anual da declaração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica. Mas seu administrador pode ter que apresentar a declaração de ajuste anual do Imposto de Renda Pessoa Física, nos casos em que seu pró-labore retirado em 2016 for igual ou superior a R$ 28.559,70 no ano.

Estimativa de valores

Antes de abrir um negócio, seja MEI, microempresa ou empresa de pequeno porte, é fundamental conversar com o contador para ter todos os esclarecimentos quanto às obrigações acessórias e o planejamento tributário.

A própria escolha do regime de recolhimento de impostos ganha em segurança quando o profissional de contabilidade está ao lado do empreendedor. Apesar disso, estima-se que a cada 10 micro e pequenas empresas abertas no país, nove têm vantagens no Simples Nacional.

Um bom exemplo vem da monografia de Francieli Lazzari Spacil, apresentada em 2015 para a conclusão do curso de Ciências Contábeis na Universidade Federal de Santa Catarina. Em sua pesquisa, Francieli comparou valores pagos por uma microempresa no Simples e no Lucro Presumido.

O estabelecimento em questão, uma farmácia, teria recolhido as seguintes quantias, conforme mostra a tabela:

Ano Lucro Presumido Simples Nacional Diferença
2012 R$ 8.662,50 R$ 4.017,18 R$ 4.645,32
2013 R$ 9.125,80 R$ 4.263,34 R$ 4.862,46
2014 R$ 11.621,14 R$ 6.452,10 R$ 5.169,04

No caso da microempresa analisada, em três anos, a escolha pelo Simples Nacional resultaria em uma economia de R$ 14.676,82. A razão, conforme a própria autora da pesquisa, é que na apuração do Lucro Presumido calculam-se os tributos IRPJ, CSLL, PIS, Cofins sobre o faturamento. Já o INSS é calculado em separado, através da folha de pagamento.

O que muda com o novo Simples Nacional

A sanção da Lei Complementar n.º 155, oriunda do projeto Crescer Sem Medo, estabeleceu novidades para MEIs, micro e pequenos empresários. As principais delas só passam a valer em janeiro de 2018.

No próximo ano, poderá ser MEI aquele que faturar até R$ 81 mil anuais, o que dá uma média mensal de R$ 6,75 mil. Já para uma microempresa, o teto de receitas brutas no ano subirá de R$ 360 mil para R$ 900 mil, ou R$ 75 mil ao mês.

Muda também o recolhimento de impostos, já que agora haverá uma alíquota sobre a receita bruta e um desconto fixo. É importante buscar esclarecimentos com o contador, pois para muitas microempresas haverá aumento ou redução da carga tributária.

Informe-se sobre a sua empresa

Buscar conhecimento, mantendo-se atualizado quanto às suas obrigações, é um compromisso esperado de um empreendedor consciente, seja qual for o seu porte. Para resolver a dúvida entre MEI e ME, toda informação é útil.

Seja qual for o caminho escolhido, vale reforçar a importância de ter um contador ao seu lado, até para que tenha mais segurança em todas as etapas do negócio. Com todos esses cuidados, a chance de sucesso certamente fica maior.

Via ContaAzul.com

 

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