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Archives for novembro 2017

KPIs para pequenas empresas: seu negócio focado em resultados

Para que uma empresa tenha sucesso na sua empreitada é preciso unir um bom planejamento estratégico a uma boa execução. Trata-se de uma fórmula básica (e bastante conhecida pelos donos de negócios), mas que muitas vezes não é devidamente realizada, de modo que alguns aspectos importantes, como o acompanhamento dos resultados, passam despercebidos. A consequência é que muitas empresas não conseguem atingir as metas, o que acaba trazendo prejuízos e frustrações. Para fugir dessa situação e manter o negócio no caminho certo, o mais indicado é escolher KPIs para pequenas empresas ideais para as necessidades impostas.

Para que uma empresa tenha sucesso na sua empreitada é preciso unir um bom planejamento estratégico a uma boa execução. Trata-se de uma fórmula básica (e bastante conhecida pelos donos de negócios), mas que muitas vezes não é devidamente realizada, de modo que alguns aspectos importantes, como o acompanhamento dos resultados, passam despercebidos. A consequência é que muitas empresas não conseguem atingir as metas, o que acaba trazendo prejuízos e frustrações. Para fugir dessa situação e manter o negócio no caminho certo, o mais indicado é escolher KPIs para pequenas empresas ideais para as necessidades impostas.

Até porque somente o acompanhamento preciso dos resultados permite avaliar de forma eficaz se as estratégias definidas no plano de ação estão realmente surtindo efeito. Assim, os donos de empresas podem fazer os ajustes necessários antes que grandes perdas sejam identificadas, ou seja, com os KPIs é possível minimizar os erros. Por meio deles, a performance do negócio é quantificada, ao passo que a evolução corporativa em relação às metas pode ser compreendida e avaliada. E, claro, isso é feito tendo sempre os objetivos estabelecidos pela empresa como base, pois a ideia é medir o seu nível de sucesso.

Os KPIs devem ser escolhidos de acordo com a estratégia de cada negócio. Tudo vai depender do que se pretende alcançar, qual é o segmento em que atua, o portfólio com que se trabalha e assim por diante. É exatamente por esta razão que não existe uma fórmula padrão para todos. Por isso, definir os KPIs certos é fundamental para que tomadas de decisões sejam mais eficazes e as equipes se concentrem nos dados que realmente fazem a diferença. Como consequência, o achismo passa a não ter vez na gestão e a energia fica direcionada para as atividades que efetivamente tragam um retorno positivo e impulsionem seu crescimento.

KPIs para pequenas empresas: o que você vai encontrar em nosso guia

Para ajudá-lo a entender bem este assunto e a utilizar os KPIs a seu favor, elaboramos um material com todas as informações necessárias sobre eles. Nosso guia vai explicar em detalhes o conceito, as vantagens e os tipos de indicadores-chave de desempenho, além de apresentar as principais metodologias de gestão baseadas em indicadores, mostrando como eles podem ser aplicados no dia a dia. Afinal, o uso de indicadores aliados às estratégias é um grande diferencial para as pequenas empresas, pois ajuda no controle dos resultados e torna o negócio mais competitivo no mercado.

No primeiro capítulo, explicamos o que é um KPI e sua diferença para as métricas comuns. Também mostramos a real importância dos indicadores para o planejamento estratégicoe de que forma eles podem otimizar as estratégias do seu negócio. Em seguida, abordamos a relevância dos KPIs para as pequenas empresas, desmistificando a ideia de que apenas grandes corporações devem adotá-los.

No terceiro capítulo, apresentamos os principais indicadores e como eles podem ser utilizados. Afinal, cada um deles tem um objetivo específico e deve ser escolhido de acordo com as metas corporativas. Por fim, mostramos quais são as principais metodologias de gestão baseadas em KPIs e ensinamos como você pode implementar cada uma delas na sua empresa.

Fantástico, não é mesmo? Com nosso material, você vai aprender como os KPIs funcionam na prática por meio de exemplos e, assim, descobrir formas de impulsionar sua pequena empresa, focando sempre em resultados. Então, não perca mais tempo e baixe gratuitamente o guia KPIs para pequenas empresas! E, claro, não se esqueça de deixar um comentário depois, dizendo o que achou do conteúdo.

Guia de KPIs: https://universidade.contaazul.com/lp-guia-de-kpis-para-pequenas-empresas?hsCtaTracking=6312ee61-71ea-4e9a-a659-eeb01732e530%7C520999eb-df34-4a9b-bb9b-1c8f46f29a4c

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Receita Federal e a fiscalização no Simples Nacional

A exclusão de ofício do Simples Nacional para as 556 mil empresas notificadas, por conta de seus débitos, que juntos totalizam 22,7 bilhões acontece de forma rápida se a empresa não quitar a sua dívida.

Em média todo o processo dura no máximo 75 dias, pois são 45 dias em que a ADE fica disponível do domicílio tributário eletrônico no site do Simples Nacional, e depois de dada a ciência da notificação, a empresa tem mais 30 dias para se regularizar.

As pessoas jurídicas que se regularizarem dentro do prazo não serão excluídas do Simples Nacional, mas as que não o fizerem estarão fora do regime simplificado para o ano de 2018.

Segundo o site da Receita Federal as micro e pequenas empresas devem dar atenção aos prazos das notificações para não serem excluídas para 2018. As notificações foram feitas no dia 12 de setembro, então para muitas empresas que viram essa notificação já nos primeiros dias, o prazo para resolver essas pendências já terminou, mas para quem precisa se manter no Simples e não sabe como regularizar sua situação existem várias opções.

A forma mais utilizada hoje é o parcelamento, mas o débito pode ser quitado pelo pagamento à vista, ou por compensação. A Receita Federal disponibiliza em seu site no link http://idg.receita.fazenda.gov.br/orientacao/tributaria/cobrancas-e-intimacoes/orientacoes-para-regularizacao-de-pendencias-simples-nacional mais informações a respeito das formas de regularização.

A Receita Federal orienta que em se tratando de um débito por conta de erro no preenchimento e declaração do DASN ou PGDAS-D, deve ser feita a retificação das informações para que a situação fique regularizada, neste caso não se faz necessário à formalização de processo de contestação.

Entretanto em se tratando de débitos com a PGFN as orientações são que a empresa ingresse com um requerimento na RFB, solicitando a revisão do débito incorreto, e ainda apresentar contestação para com a exclusão do

Simples Nacional

A Receita Federal também orienta que para débitos anteriores a 12/2011 deve ser acessado o link do PGDAS no site no Simples, e se superior a esta data deve ser acessado o link do PGDAS -D para efetuar a consulta dos débitos.

Fonte: Contabilidade na TV

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Bloqueio no Simples Nacional atinge quem sonegou impostos

Sonegação é crime, mas há quem não se sinta constrangido com a prática. Uma prova disso é o  recente bloqueio no Simples Nacional, que atingiu 100 mil micro e pequenas empresas. Elas estão impedidas de transmitir a sua declaração mensal em novembro. Entenda a medida da Receita Federal e veja como não ser mais um a cair nessa cilada.

O que há por trás do bloqueio no Simples Nacional

A corrupção é um dos temas mais abordados na mídia, dando origem diariamente a notícias sobre políticos envolvidos em escândalos. No entanto, a realidade mostra que não é exclusividade deles a prática de atos ilícitos relacionados ao pagamento de impostos.

A isenção fiscal concedida em determinados tipos de tributação, condições especiais ou compras de insumos com alíquotas mais baixas são artifícios legais que podem e devem ser utilizado como forma de pagar menos impostos.

Contudo, os mecanismos contábeis utilizados estrategicamente para reduzir a tributação não podem ser confundidos com práticas criminosas. A Lei nº 8.137/1990 está aí, e prevê pena de detenção de 2 a 5 anos, mais multa, para quem sonegar impostos.

A Receita Federal está constantemente monitorando o recolhimento de impostos. Em uma destas ações, fiscais descobriram que houve discrepâncias em declarações enviadas nos últimos cinco anos, por parte de empresas optantes pelo Simples Nacional.

A malha fina, ao cruzar dados de empresas submetidas ao Simples, descobriu que contribuintes estavam marcando indevidamente, na hora da declaração, campos que geravam redução nos impostos.

Um desses campos era para ser preenchido por empresas que fazem jus à isenção de PIS/Cofins e ICMS na compra de produtos da cesta básica. O campo está no software de envio, mas não deveria ser preenchido e o desconto é indevido a micro e pequenas empresas do Simples.

O prejuízo calculado é da ordem de R$ 1,6 bilhão. As empresas flagradas em irregularidades devem ser informadas por notificação da Receita. Aquelas que não quitarem seus débitos serão excluídas do Simplesno final do ano.

Fiscalização sobre MPEs vai aumentar

Após a detecção de expressivo volume de irregularidades, a Receita Federal passou a apertar o cerco contra micro e pequenas empresas. Estima-se que, até o fim do ano, o número de autuações dobre em relação ao ano passado, pulando para cerca de 30 mil. Para o final de 2018, é aguardado um novo aumento de 100% nas autuações.

O reforço fiscalizatório tem como motivo a detecção de irregularidades por parte de mais de 25 mil empresas optantes do Simples Nacional. Nos exercícios de 2014 e 2015, elas omitiram receitas brutas com a finalidade de pagar menos tributos. O montante que deixou de ser arrecadado é estimado em mais de R$ 600 milhões.

Por que não se deve sonegar impostos

Além de deixar de contribuir para o desenvolvimento do país – a despeito da corrupção em órgãos públicos – o contribuinte que omite lucro, maquia orçamentos ou faz uso de caixa 2, se arrisca sem necessidade.

É possível pagar menos impostos sem precisar ficar à margem da lei. Para isso, um dos recursos amplamente recomendados é a elisão fiscal. Trata-se de uma maneira de enquadrar empresas em regimes tributários favoráveis, em que os impostos incidentes são menores, entre outros mecanismos.

Elidir impostos é uma estratégia com total respaldo jurídico, ou seja, em nenhum momento haverá sonegação de impostos ou uso de artifícios ilegais. Basta aproveitar os incentivos e regimes tributários especiais que o próprio governo concede.

É diferente da evasão fiscal, em que o contribuinte, submetido a um tipo de tributo, deixa de pagar impostos por meio de esquemas fraudulentos.

Como superar os altos impostos no Brasil

A carga tributária no Brasil, de fato, é uma das mais pesadas no mundo. Não são poucos, nem pequenos, os desafios do empreendedor brasileiro, que precisa lidar com o que se convencionou chamar de Custo Brasil.

Mesmo com a elevada tributação, é possível, desde que apoiado por profissionais de contabilidade, aproveitar as variadas oportunidades que a própria lei oferece. Há empreendedores que deixam de observar, por exemplo, que há cidades brasileiras ideais para empreender, graças a um conjunto de fatores sócio-econômicos favoráveis.

Não se deve ignorar que cada estado e município do Brasil tem autonomia para legislar sobre tributação. Esse é um aspecto que pode ser decisivo para uma empresa crescer e se manter lucrativa, mesmo com impostos altos como os do Brasil.

Não se pode ignorar, também, que existem inúmeros casos de empresas de sucesso, que prosperaram no país, respeitando as leis e pagando seus impostos corretamente. Um bom exemplo disso é a expansão do franchising, modelo de negócios que é a prova concreta de que empreender gera retorno que pode ser multiplicado por todos.

Se os números e a mídia mostram que a corrupção aumenta, por outro lado, há claros sinais de que o empreendedorismo também avança. Não menos importante, a prática de ilícitos por políticos e empresas não dá o direito de repetir erros e crimes. Se há exemplos ruins, os bons também estão aí para serem copiados.

O segredo está no planejamento e gestão

O bloqueio no Simples Nacional funciona como um aviso. As consequências de práticas de evasão e sonegação fiscal podem levar cedo ou tarde à cadeia. Considerando esse risco, não há saída para manter uma empresa lucrativa que não passe pelo planejamento tributário estratégico.

Igualmente importante é cuidar da gestão financeira. Observar os regimes fiscais ajuda, mas não será o bastante se a empresa não cuida do seu capital de giro, fluxo de caixa ou deixa de gerenciar suas finanças por critérios estritamente contábeis.

Embora possam existir empresas muito organizadas e lucrativas que pratiquem atos ilícitos, seguir as regras do jogo é a única forma de garantir a continuidade dos negócios. Não há dinheiro que compre a certeza de que as coisas dão certo em função das boas práticas empresariais.

Há muitos casos de empresas que, à beira do abismo, implementaram profundas modificações na gestão, com resultados bastante positivos. Não custa reforçar a ideia de que, se há maus exemplos, há outros muito bons e que podem ser replicados.

Se sua empresa é optante do Simples, evite a mão pesada da lei e o indesejável bloqueio no Simples Nacional. Basta seguir as regras do jogo e aprimorar a gestão, que o lucro será uma consequência.

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